Investir em Ouro: Quais as Vantagens e Desvantagens, e Como Investir!

Descubra como investir em ouro, quais as vantagens, e se este é o melhor investimento para você!

Durante crises, com a insegurança da economia e a instabilidade política, investidores tendem a buscar ativos considerados mais seguros.

No Brasil, com as turbulências nos cenários macroeconômico e político, a busca por investir em ouro cresce por suas características. Como segurança e liquidez.

Só em 2016, o investimento em ouro à vista no país acumulou valorização de 33,6%. E ficou em segundo lugar no ranking de investimentos da Folha em 2016, atrás apenas de fundos cambiais.

O ouro é um ativo de aceitação mundial. Representando uma diversificação segura de investimento. Mas, ainda assim, alguns cuidados são necessários antes de escolher esta forma de investimento.

Como investir em ouro?

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O ouro é uma commodity que tem o preço formado nos mercados internacionais. De acordo com a oferta e a demanda.

Como é considerado uma reserva de valor, o ouro tende a valorizar em momentos de crise e a perder valor em tempos de bonança econômica.

Tipos de investimento em ouro

1 – Mercado de balcão

O investidor pode adquirir ouro por meio de instituições financeiras credenciadas para isso. É possível comprar o metal na BM&F Bovespa. Basta se cadastrar em uma corretora de valores que opere na Bolsa.

Nas corretoras você pode começar investir pouco dinheiro até dez mil reais de uma só vez.

O lastro se baseia em barras de 250g cujo são diluídas em certificados de 1g a 10g para ser negociada. Por isso você não precisa de muito dinheiro para investir em ouro.

Mas é preciso estar atento a taxa de corretagem, valor cobrado pelas corretoras pelo acesso ao mercado. Pois nem todas as corretoras isentam a taxa de administração.

2 – Banco do Brasil

Outra hipótese é comprar diretamente do Banco do Brasil (BB). Mas nesse caso é preciso ser correntista da instituição.

O Banco do Brasil (BB) é responsável pela custódia de quase um terço do volume de ouro negociado no País. Uma condição interessante oferecida pelo Banco do Brasil é a garantia de recompra do ouro vendido aos clientes.

Com isso, resolve-se um ponto importante para quem carrega o metal em sua carteira de investimentos, que é a liquidez diária.

Para pequenos investidores, a possibilidade de converter o ouro em dinheiro a qualquer momento é um fator determinante.

No Banco do Brasil, o cliente encontra ouro nas modalidades lingote e escritural.

O lingote é comercializado em barras de 250 gramas, que é o padrão de negociação da BM&F Bovespa.

E o escritural, comercializado em múltiplos de 25g, modalidade destinada aos clientes que buscam se posicionar no ativo buscando acompanhar sua variação de cotação sem a necessidade de retirada física do metal.

Em qualquer um dos casos, é possível deixar o ouro sob custódia da instituição financeira. Reduzindo o risco de guardar em casa.

3 – Caixa Econômica Federal

Existem duas formas de investir em outro através da Caixa Econômica Federal.

A primeira é a Caixa FI Ouro Multimercado Longo Prazo, que permite que seus investimentos sejam atrelados à variação do Ouro no mercado.

Para quem busca no metal ouro uma reserva de valor e proteção do patrimônio, o Caixa FI Ouro Multimercado Longo Prazo atrela o investimento feito à variação do ouro no mercado financeiro.

O objetivo do fundo é buscar retornos relacionados à variação do preço do ouro na Bolsa de Londres. Acompanhando o índice “Gold London PM Fixing”, calculado pela London Gold Market Fixing Ltd.

O fundo é destinado a pessoas físicas e jurídicas, investidores qualificados na forma da regulamentação aplicável.

Rentabilidade acumulada 2017 Caixa FI Ouro

O penhor da Caixa Econômica Federal é outra forma de investir em ouro bastante segura, mas pouco explorada.

Aqui há oportunidade de, além diversificar investimentos, lucrar muito alto não só com ouro mas prata também. Visto que aqui é por arremate do lote e não pela cotação. Nesta modalidade leva quem paga mais, é um leilão.

Outra vantagem é que tudo já é avaliado corretamente em relação da qualidade do metal, sem necessidade extra de avaliação da qualidade do Ouro, para atestar se é realmente 24k (99,9% puro).

Devo investir em ouro?

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Se você for iniciante, segundo investidores, não é recomendável. O ouro é normalmente ainda mais especulativo que papéis da bolsa de valores.

Além da variação natural de oferta/procura que qualquer produto tem, é fortemente influenciado por outra dúzia de variáveis.

Há vários momentos de baixa liquidez, quando há dificuldades de venda. E é necessário saber lidar com eles.

Além do mais, ainda há as interferências naturais. Alguns dizem que o simples aumento no volume de chuva em regiões exploradoras dificultam o trabalho e podem influenciar na cotação.

Se você acha complicado os movimentos da bolsa e seus papéis, não acredite que compreenderá o ouro de forma mais fácil.

Um outro problema que o investidor tem que gerenciar é quanto à segurança do produto. Não dá nem pra pensar em guardar ouro em casa.

E é aí que entra o custo de manutenção do investimento, pois ele deve ser levado a um banco.

As instituições que prestam esse serviço cobram valores relativamente altos para a guarda do ouro spot, que é o metal em barras. Essa cobrança costuma variar entre 0,07% a 0,10% do valor do investimento.

Mas, nunca ouviu-se falar que um investidor faliu possuindo ouro em suas economias. Isso porque ações tem um valor subjetivo, ou seja, há muitas variáveis que fazem subir ou descer o valor de cada ação.

Torna-se, então, uma questão de cálculo de risco.

Investir em ouro pode ser uma das suas soluções pessoais para minimizar possíveis problemas que a má administração de nossos políticos possa trazer para suas economias.

Com um pouco de informação e inteligência econômica, você pode ter uma vida mais tranquila e estável, preparando o seu bolso para possíveis imprevistos que possam vir acontecer.

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